
















Os desenhos aqui mostrados são registros que não contem a monumentalidade que tanto agrada quem não se entusiasma por arte, no total são 180 peças.
Na esperança de registrar para não perde-los foi proposto à Secretaria Estadual de Cultura a impressão dos mesmo para registro e representação como um momento de um Estado que hoje optou por financiar espetáculos de folclore na obstinação de conseguir votos através da chamada “cultura popular”.
Estamos no ano de 2014, a secretária é Olga Simão e a comissão de analise de projetos que é composta por intelectuais por nomeação sem significado mas “servidores” dos interesses do estado.
A comissão é composta por:
- Marlilde Mendonça, Francisca Ester, Sebastião Moreira, João Francisco e Laura Amélia.
Os desenhos em pauta são executados em nankin, lápis , aguadas, aquarela guache mostrando as modalidades de cobertura cromátoca usadas pelo autor em quarenta e seis anos de trabalho.
Jesus Santos representa o Brasil no exterior, tem quadros em museus e no Maranhão criou o CENARTE, hoje Centro de Ciatividade, e a lei de colocação de obras de arte em edificações publicas e privada o que serviria para divulgar e manter com dignidade os artistas que não podem ser penitenciados por nascer no Maranhão.
Pedimos ao leitor que divulgue este comentário que se desenvolve no Blog A MULA SEM CABEÇA para divulgação nacional.
Nos últimos doze anos representativa parcela de nossos artistas e homens de cultura estão migrando para o Sul do Brasil uma vez que se tornou impossível sobreviver com dignidade no Maranhão.
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Os desenhos expostos foram feitos com a singularidade de uma época em que havia largos, onde a pequena sociedade se aninhava em “tradições” memórias e medos.
Não faço desenhos como “obra acabada“ e sim como documento de uma vida que a ignorância da comissão de “análise de projetos da Secretaria da Cultura administrada experimentalmente por Dona Olga com acesoaria da “poetisa” Laura Amélia não permitiu sua publicação alegando que a lei de direitos autorais não tem aplicação no Maranhão”. Antes os artistas e seu trabalho devem ser usados para justificar a existência da lei, gratuitamente como coisa que se utiliza para o ganho de quem se emprega à custa, o que gera vergonha para um estado que é o último em tudo no Brasil. Vamos divulgar nacionalmente a notícia, que não alcançara o sucesso que alcançou Pedrinhas.
O modelo adotado é de utilizar o produto cultural, as pessoas que trabalham, de forma a não divulgá-las para manter todos no desconhecimento e na ignorância.
A transformação em mula sem cabeça é o castigo recebido pela mulher que se entrega sexualmente a um padre. Nas noites de quinta para sexta-feira, ou de sete em sete anos, ou na quaresma, enfim, a concubina transforma-se e parte em galope desvairado, pisoteando tudo o que encontra pela frente.
A mula-sem-cabeça ou burrinha-de-padre é mito de origem ibérica e ocorre em toda a América. No México, é chamada malora; na Argentina, mula anima. Também é chamada alma mula, mula sin cabeza, mujer mula e mala mula. Segundo Luís da Câmara Cascudo, apesar de algumas variações, sempre é a punição recebida pela "manceba" do padre. Viriato Corrêa a chama de cavalacanga.
Gustavo Barroso explica que a escolha da mula como a punição da mulher do padre, deve-se ao fato que desde a Idade Média, as mulas foram as montarias mais utilizadas pelos padres, por serem dóceis, resistentes e seguras. Animais incansáveis e bastante próximos da pessoa do padre, inclusive fisicamente.